Jerônimo tem 63% de reprovação e figura entre piores governadores do Brasil, diz Veritá

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece entre os gestores estaduais mais mal avaliados do país, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Veritá neste domingo (19).

De acordo com a pesquisa, 63% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto apenas 37% afirmam aprovar seu governo . O resultado coloca Jerônimo na parte de baixo do ranking nacional de governadores, evidenciando um cenário de forte desgaste político.

O levantamento ouviu 40.500 brasileiros em todas as 27 unidades da federação entre os dias 13 de março e 4 de abril de 2026, sendo considerado um dos mais amplos já realizados no país.

Os números reforçam uma tendência negativa já apontada por outros institutos, indicando queda na popularidade do governador ao longo do tempo. Em pesquisas anteriores, o petista já vinha enfrentando aumento da rejeição e dificuldades no cenário eleitoral.

Arquivo Mais Região/ Ramon Phael

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece entre os gestores estaduais mais mal avaliados do país, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Veritá neste domingo (19).

De acordo com a pesquisa, 63% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto apenas 37% afirmam aprovar seu governo . O resultado coloca Jerônimo na parte de baixo do ranking nacional de governadores, evidenciando um cenário de forte desgaste político.

O levantamento ouviu 40.500 brasileiros em todas as 27 unidades da federação entre os dias 13 de março e 4 de abril de 2026, sendo considerado um dos mais amplos já realizados no país.

Os números reforçam uma tendência negativa já apontada por outros institutos, indicando queda na popularidade do governador ao longo do tempo. Em pesquisas anteriores, o petista já vinha enfrentando aumento da rejeição e dificuldades no cenário eleitoral.

A alta taxa de desaprovação acende um sinal de alerta no Palácio de Ondina, especialmente com a proximidade das eleições de 2026. Nos bastidores, o resultado é visto como um indicativo claro de insatisfação popular, pressionando o governo a reagir diante do desgaste.

Analistas avaliam que índices elevados de rejeição costumam ter impacto direto nas urnas, dificultando projetos de reeleição ou continuidade política.

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