domingo, outubro 18, 2026

Sobe para 8 número de mortes em acidente em Goiás

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Aumentou para oito o número de mortos na grave colisão entre um ônibus rodoviário da empresa Real Expresso, um caminhão carregado de areia e um carro, ocorrida na sexta-feira, 7/8, no Km 125 da GO-010, em Luziânia (GO). A atualização foi confirmada ao Correio pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO).

Dois sobreviventes do acidente na GO-010 recebem alta hospitalar

Cinco das vítimas morreram no local do acidente: o motorista do caminhão, Rodrigo Fernandes dos Santos, de 30 anos; o passageiro que estava com ele no veículo de carga, Anderson Oliveira da Silva, de 47 anos; Maria Milza Pereira Araújo, 73, Terezinha de Jesus Pereira dos Santos Gomes, 74. O bebê de 1 ano e 5 meses, identificado como Gabriel Willians de Matos Oliveira. Também morreu Silvana Perereira de Melo, 57 anos. As autoridades policiais ainda apuram a identidade dessas últimas duas vítimas mais recentes e em quais veículos se encontravam.

O ônibus saiu da Rodoviária de Taguatinga com destino a Uberlândia (MG) e transportava 46 passageiros e o motorista. Câmeras de segurança de uma propriedade rural registraram o momento em que o caminhão, que trafegava no sentido oposto, perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e colidiu com a lateral do coletivo, que tombou na faixa de domínio da rodovia.

Atendimento aos feridos

O resgate das dezenas de feridos mobilizou uma força-tarefa com 18 viaturas do Corpo de Bombeiros, equipes do Samu e aeronaves de transporte aeromédico do DF e de Goiás. Dezenas de passageiros foram socorridos e encaminhados a unidades de saúde de Luziânia, além de hospitais da rede pública do Distrito Federal.

De acordo com o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), duas pessoas que estavam internadas em unidades da capital receberam alta hospitalar: um paciente socorrido no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) — que seguirá em acompanhamento ambulatorial — e um passageiro que deu entrada no Hospital de Base do DF (HBDF). Outros sobreviventes seguem sob observação e passam por exames ou procedimentos cirúrgicos.

Fonte: Correio Braziliense