Neste domingo (13), em que o mundo celebra a canonização de Irmã Dulce dos Pobres, a primeira santa genuinamente brasileira e baiana, o advogado e escritor, Bruno Pamponet Kuhn Pereira, natural de Baixa Grande-BA, escreveu o seguinte poema:

Santa Dulce dos Pobres.
Ela nasceu em 26 de maio de 1914
Seu nome Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes
A irmã Dulce, o Anjo Bom da Bahia.

No ano em que aconteceu o inicio da grande guerra.
Jesus a enviou para a terra.
Para trazer a paz e semear o amor
Pelas ruas e bairros pobres de salvador.

No coração do mundo e pátria do evangelho.
Intensa luz brilhou
Era uma mulher que se tornou Freira
Amiga de todos os credos irmã dos oprimidos
Devota de Santo Antonio.
Mãe dos abandonados, e peregrinos.

Oh Deus, assim clamou o povo da Bahia.
Por Quitéria e Joana,
E depois por Maria.
Maria Rita que se tornou Santa, pois Santa Dulce dos pobres.
Ela era e seria.

A sua luz foi tão intensa.
Em seu corpo pequenino.
Sua alma grandiosa acolhia os pobres e mendigos.

E sem qualquer condição, financeira ou material.
Conseguiu transformar um galinheiro em um Hospital.
E fez uma mudança nos dogmas e liturgias.
Sua imagem graciosa é como a virgem Maria.

Salva a santa da Bahia.
Esse anjo bom e generoso.
Que amou sem limites, servindo a Jesus.
Todos os cânticos e aleluia.
Em sua glória, imaculada.

Salve Imã Dulce, Dulcinha dos pobres.
Dulce de Jesus, dos humildes.
Dulce da justiça, do amor e carinho.
Dulce visionária que plantou a mais bela semente.
De dignidade, e trabalho.
Cidadania e amor.
Deixando o eterno legado, que jamais será apagado.
Da memória do povo, onde tudo começou.
Nas ruas da Bahia, em Salvador.

Bruno Pamponet