Cassado desde junho pelo TSE, o deputado Pastor Tom (PSL) até se beneficiou de baralhadas burocráticas com a pandemia, mas ontem o procurador da Assembleia, Graciliano Bonfim, confirmou que a Justiça Eleitoral mandou ofício à Casa comunicando o fato, como manda a regra. Agora, só falta o presidente Nelson Leal (PP), que está em viagem pelo interior, em campanha, voltar e convocar o suplente Josafá Marinho. Pastor Tom, que é presidente do Fluminense de Feira e virou notícia quando ensaiou contratar o goleiro Bruno – o que matou Elisa Samúdio, protagoniza agora a bobeira do século. Sabe por que ele foi cassado? Perdeu o prazo de filiação partidária. Já se viu perder uma bobagem dessa?

Targino na espera

Pastor Tom, o deputado cassado, é de Feira de Santana, de onde por caso também é o deputado Targino Machado (DEM), o outro cassado pelo TSE. Mas neste caso, a Assembleia ainda não recebeu qualquer comunicado a respeito da decisão, o que quer dizer que Targino ainda está investido do mandato. Mas é bom ressalvar: com a pandemia esfriando e o velho normal voltando, a demora não será tanta como no caso de Tom (75 dias). As informações são da coluna de levi Vasconcelos, do bahia.ba.