Apesar de o número de feridos não ter sido revelado pelas autoridades, vários meios de comunicação britânicos afirmam que, pelo menos, duas pessoas morreram na sequência dos ferimentos provocados pelo ataque terrorista na London Bridge, no início da tarde desta sexta-feira.

 Antes de ser baleado pela polícia, o suspeito, que usava um colete de explosivos falso, feriu várias pessoas usando uma arma branca.

Sem adiantar o número exato de feridos, a Metropolitan Police revelou, em coletiva de imprensa horas depois do incidente, que abateu o suspeito e que este trazia um  dispositivo com explosivos falsos.

O responsável da polícia sublinhou que seria inapropriado especular mais” e que a polícia vai “manter a mente aberta relativamente a qualquer motivo”.

A polícia continua a pedir às pessoas para evitarem a zona em redor da London Bridge e pede igualmente a quem tiver vídeos ou fotografias do ataque para fazê-los chegar às autoridades. “Por precaução”, o ataque está sendo tratado como um ato terrorista.

O presidente da Câmara de Londres (‘mayor’), Sadiq Khan, disse que o ataque de hoje à tarde na Ponte de Londres fez vários feridos, alguns dos quais ficaram em estado grave. “Foi confirmado que um certo número de pessoas foram feridas no ataque, algumas com gravidade”, disse Khan à imprensa.

“Vamos manter-nos unidos e determinados face ao terrorismo. Aqueles que querem nos atacar e dividir nunca terão êxito”, acrescentou, apelando aos londrinos para estarem vigilantes.

Um homem atacou hoje, no início da tarde, várias pessoas com uma arma branca, sendo depois abatido a tiro pela polícia, segundo confirmaram à imprensa fontes oficiais da polícia metropolitana.

O mayor da capital do Reino Unido elogiou o “heroísmo de cortar a respiração” de transeuntes que intervieram no incidente, correndo para o suspeito num aparente esforço para o deter.

Sadiq Khan disse ainda que a polícia não está à procura de mais nenhum suspeito.

A polícia, que precisou que o suspeito tinha um falso colete de explosivos, afirmou considerar o caso como um “incidente terrorista”.

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