As maiores centrais sindicais do país divulgaram, nesta segunda-feira (1º), nota conjunta sinalizando que podem mobilizar nova greve geral, de dois dias, além de uma marcha e ocupação em Brasília contra a aprovação das reformas trabalhista e da Previdência. As informações são do site da revista Veja.

O documento, assinado pela CUT, CTB, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central, é chamado “A greve do 28 de abril continua” e foi lido em diversas manifestações deste 1º de Maio. As centrais sindicais voltarão a se reunir a partir desta terça-feira (2) para definir os próximos passos do movimento.

“O dia 28 de abril de 2017 entrará para a história do povo brasileiro como o dia em que a maioria esmagadora dos trabalhadores disse não à PEC [proposta de emenda constitucional] 287 [da reforma da Previdência], que destrói o direito à aposentadoria, não ao projeto de lei 6.787 [da reforma trabalhista], que rasga a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], e não à lei 4.302, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa”, diz trecho do texto divulgado pelas centrais.

“Não aceitamos a reforma trabalhista como está. E vamos para a Câmara. E vamos para o governo. Se o governo Temer quiser negociar a partir de amanhã, nós estamos dispostos a negociar. Agora, se não abrir negociação, se não discutir com centrais, se não mudar essa proposta, vamos parar o Brasil novamente”, disse Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade.

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