Um acidente envolvendo uma Pick-up Montana Coquest de placa JSB 3970, licença de Alagoinhas, e um trator de pneus da marca Massey Ferguson pertence a empresa Augúrio, responsável pela reforma da BA 120, trecho Riachão do Jacuípe/ Conceição do Coité, por pouco não termina em tragédia.A colisão aconteceu pouco antes das 10h desta sexta-feira, 13, na altura do Km 25 da BA 120, precisamente na Fazenda Cavalo Morto, distante cerca de 5km do centro de Conceição do Coité.

A Brigada Voluntária Anjos da Vida foi solicitada para socorrer duas vítimas, que as primeiras informações davam conta que se encontravam entre as ferragens, mas ao chegar no local encontrou apenas danos materiais, pois, os dois ocupantes da Pick-up identificados por Fabrízio Fiscina professor da UNEB, IFBA e da Faculdade do Santíssimo Sagrado Coração de Jesus em Alagoinhas, e o passageiro Finicio da Silva, funcionário da empresa de consultoria do professor Fabrizio, não sofreram ferimentos apesar da gravidade do acidente, assim como também saiu ileso o condutor do trator Nilson César Viana Santos, 38 anos, funcionário da Augúrio há quatro anos, ele que reside na cidade de Jandaíra.

De acordo com professor Fabrízio saíram de Alagoinhas por volta das 07h com destino a Coité onde teria uma reunião com o secretário de Saúde.

O Calila Noticias esteve no local do acidente e ouviu a versão do tratorista e também do motorista do Montana.O tratorista disse que estava realizando uma varredura na lateral da pista para retirada da areia, para que seja feita a pintura da faixa horizontal, trabalho que sempre realizou e nunca ocorreu nenhum acidente. Segundo o Nilson, tinha começado o serviço naquele local a poucos minutos quando foi surpreendido com um forte impacto na parte da vassoura acoplada no trator. “Não entendi como ele bateu, pois, la atrás a cerca de 300 metros estava acontecendo uma blitz com a Policia Rodoviária, e acredito que ele tinha visão de longe e poderia ter evitado”, contou o tratorista.

O professor mesmo em estado de choque demonstrou equilíbrio, ele disse a PRE (Policia Rodoviária Estadual) que achou que era fumaça na beira da pista, que não enxergou o trator e quando passou pela poeira, sentiu o impacto. Ele e o passageiro estavam usando cinto de segurança.” Graças a Deus estamos bem, saímos sem ferimentos desse acidente que poderíamos ter morrido, tudo por conta de negligencia da empresa que não colocou nenhum tipo de sinalização na pista”, contou Fabrizio.

O engenheiro Rogério responsável pela obra compareceu ao local admitiu que naquele momento não tinha uma pessoa com uma bandeira sinalizando como é de costume, mas garantiu que existem placas verticais informado que têm homens e máquinas trabalhando.

A PRE conforme foi dito, estava a poucos metros do local do acidente fez o registro de ocorrência. Fabrízio disse que não mais participaria do encontro na secretaria de Saúde e estaria retornado para Alagoinhas.

Redação CN  | Foto: Raimundo Mascarenhas