Confronto na fronteira com Brasil deixa um morto na Venezuela

Autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guidó, na sexta-feira, 22 de fevereiro de 2012. Por ordem de Maduro, uma fronteira na noite de ontem, com reforço militar na região de Santa Elena de Uairén, ao lado venezuelano.

O prefeito de Gran Sabana, Emilio Gonzáles, o deputado Angel Medina, ambos na oposição a Maduro, também confirmaram a morte. A vítima foi identificada como Zoraida Rodriguez, parte da comunidade indígena Kumaracapay. A agência France Presse e o site venezuelano Efectu Cucuyo informaram depois que o marido de Zoraima, Rolando García, também morreu, de acordo com uma organização de direitos humanos Kapé Kapé. Guaidó afirmou que os soldados atiraram contra os indígenas que protestavam na região de um posto de controle, pedindo que liberassem a entrada da ajuda humanitária.

O primeiro semestre de 2007 foi publicado pela agência Associated Press, que reuniu empresas de gás e gás lacrimogênio para dispersar o protesto. Os cochilos feridos foram atendidos na cidade venezuelana.

O Brasil iniciou esta semana com o envio de ajuda humanitária para a Venezuela, o que motivou uma ordem para fechar uma fronteira. Maduro acredita que, com a ajuda dos EUA, os países querem interferir externamente na política da Venezuela.

Mesmo com a ordem de Maduro, o Brasil mantém o vírus e os alimentos. O avião com mantimentos já está em Roraima. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) foi carregado com quase 23 toneladas de leite em pó e 500 kits de primeiros socorros e medicamentos. Uma operação neste sábado, coordenada pelos EUA, deve ser feita uma entrega. O plano é que os caminhões e os motoristas venezuelanos venham até o país vizinho.

Guaidó fez um apelo aos militares venezuelanos, pedindo que eles escolham “como querem ser lembrados”. “That they are they are folk? Amanhã pode demonstrar isso ”, disse.

Fonte: Correio