O internauta Valdeir Almeida, seguidor do Caboronga Notícias, enviou à nossa redação uma nota dando contas da insatisfação da população residente na comunidade de Caldeirãozinho situada próximo ao Trapiá, para com a falta de planejamento da Administração Pública Municipal.

Segundo relata o internauta, na última sexta feira (09), o prefeito fez um comentário em seu programa de rádio, ao ser questionado por ele na rede social facebook, onde o prefeito falou que iria checar a disponibilidade das máquinas e estaria enviando uma para atender a demanda da localidade citada.

Valdeir fez o seguinte relato:
Nesta quarta-feira (14), uma das máquinas esteve aqui vindo pela via da fazenda do Dr. Guilherme Radell e simplesmente só fez a estrada da referida fazenda, vindo até o campo de futebol e foi embora. O operador da máquina alegou que teria que ir para o povoado do São Roque, bem distante do local onde se encontrava no momento.

Veja bem:
– Como isso pode acontecer e qual a logística que tem o deslocamento de uma máquina daqui até o São Roque?
– Se a máquina já estava aqui, porque não fazer a estrada da comunidade?
Porque essa pressa?
– Se a máquina que é um bem público para fazer serviço público, simplesmente vai embora sem fazer o serviço de recuperação da estrada no total?.

Vale lembrar que aqui possui trechos da estrada que tem mais de dois anos sem um único serviço de melhoramento.

Lembrando que esse mesmo problema já serviu de matéria em jornais nas gestões passadas. Inclusive o atual gestor fez críticas a essa pratica em seu programa de rádio antes de se tornar prefeito

Sabemos da grande demanda e da extensão do município de Ipirá. Más, se a máquina já estava aqui, porque ir embora sem fazer o serviço completo?.

Sem contar que os operadores chegam com pressa e acabam por fazer um serviço de mal qualidade.

Esperamos que esta situação seja revista e que a Secretaria municipal de Infraestrutura reveja o seu planejamento, pois além do serviço não ser realizado a contento, gasta-se tempo, combustível e alimentação do operador da máquina. Moral da história: Dinheiro do contribuinte jogado fora.

Por Valdeir Almeida