A administração que iniciará em 1º de janeiro de 2017 em Baixa Grande terá diversas ações como desafio, ações estas como conseguir obras no momento em que o país está em recessão, enxugar a folha com pessoal, garantir a valorização dos servidores cobradas a decas e umas das principais está em resolver a problemática do Residiu Sólido tema muito debatido entre 2011 a 2015.

O Projeto de Lei nº 022 de 20 de agosto de 2014, de autoria do atual prefeito, Pedro Lima Neto (PT), se encontra engavetado na Câmara de Vereadores desde sua apresentação em agosto de 2014, o projeto passou por várias discurssões a comunidade, naquele período o prazo pra cidade acabar com lixo a céu aberto era até 2015, no entanto uma emenda parlamentar flexibilizou e prorrogou o prazo para extinção de lixões. Os municípios de fronteira e os que contam com mais de 100 mil habitantes, com base no Censo de 2010, terão um ano a mais para implementar os aterros sanitários. As cidades que têm entre 50 e 100 mil habitantes terão prazo até 31 de julho de 2020. Já o prazo para os municípios com menos de 50 mil habitantes será até 31 de julho de 2021.

Mesmo com prazo para 2021 o soluções devem serem adotadas pela gestão que inicia em 1º de janeiro de 2017, sendo que os demais município da região aguarda o andamento do projeto em que os parlamentares de Baixa Grande se acovardaram e não botaram em votação dando o andamento ao Projeto de SIM ou NÃO.

O Projeto de Lei, nº 022 de 20 de agosto de 2014, solicita do Poder Legislativa a autorização da construção do aterro sanitário que será compartilhado com municípios vizinhos ou integrantes do território de identidade Bacia do Jacuípe. O projeto de Lei esta em tramitação na comissão de legislação, Justiça e Redação e deve ser votado nos próximos dias.

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