Observando a reportagem do Vr14 sobre as condições sub-humanas em que vivem as famílias que tiram o sustento no lixão de Ipirá, a reportagem do Caboronga Notícias se deparou com a triste realidade em que vice Carlos, um dos catadores que reside a quase 30 anos no local.

Carlos falou para a reportagem do Vr14 que perdeu os pais e foi acometido de um derrame, que o impossibilita de trabalhar e até mesmo de ficar de pé. Com muita dificuldade e tremulo, Carlos consegui ficar de pé por pouco tempo.

A reportagem serviu para alertar a comunidade de Ipirá, às autoridades e principalmente a Secretaria Municipal de Assistência Social, sobre a dura realidade daquelas pessoas que dali tiram o sustento da família com muita dignidade, apesar das condições insalubres, já que estes catadores sequer tem equipamento de proteção individual “EPI”, como máscara, luvas e botas.

Várias campanhas sócias têm sido feitas por grupos anônimos da comunidade, no sentido de ajudar estas pessoas com alimentos, roupas e calçados. Porém, o caso mais grave que deve ser revisto é a situação de Carlos que sobrevive num barraco de lona e conta com ajuda, principalmente dos colegas de trabalho para sobreviver, mesmo com o estado de saúde bastante abalado.

No lixão existem pessoas que sofrem com problema de alcoolismo e que também poderiam ser ajudados pelo Centro de Assistência Psicossocial “CAPS”.

Está sendo reativado o grupo de amigos do SOS Doações, que juntamente com o Caboronga Notícias estará realizando a campanha da Semana Santa, onde serão distribuídas cestas básicas para estas e outras famílias carentes a exemplo do Ipirazinho e região do Calumbi. Com a aproximação do pleito eleitoral de 2016, os componentes do grupo decidiram dar uma parada no projeto de ações sociais, para não deixar transparecer que era objetivo político.

Como se não bastasse, a reportagem do Caboronga Notícias tomou conhecimento de que existe uma empresa de fora do município que compra todo o material reciclável por um valor que chega a ser humilhante. Os preços pagos por quilo de material do tipo plástico, metal, alumínio e papelão, variam de 15 a 50 centavos.

Veja video aqui!

Caboronga Notícias com imagens do VR14.

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