O delegado titular da Delegacia Territorial de Riachão do Jacuípe, Sérgio Araújo de Vasconcelos, solicitou da justiça a prisão temporária de Cássio Fabrício de Almeida, 30 anos, noivo da professora Ienata Rios, tido como principal suspeito de sua morte, cujo corpo foi encontrado no inicio da tarde de domingo, 03, na casa onde morava sozinha, na cidade de Riachão do Jacuípe, com requinte de crueldade. A educadora recebeu mais de 20 facadas e ainda foi deixada a faca cravada no pescoço da vítima.

Cássio desde o momento do crime tem sido segundo o delegado o principal suspeito, pois, ao ser ouvido no mesmo dia, a Policia verificou arranhões no seu rosto característico de unhada, e após apurar encontrou outras pistas que estão sendo investigadas.

Questionado pelo delegado sobre a lesão, ele respondeu não ter reparado. “Demos uma guia para ele fazer exame de corpo de delito”, explicou o titular. Eles estavam juntos há três anos e costumavam se ver nos finais de semana e feriados

A prisão aconteceu na manhã desta quarta-feira, 06, quando o mesmo passava por exames de corpo de delito para descobrir a origem dos arranhões.

De acordo com o agente Civil Cristóvão, o mesmo continua negar a autoria do crime, mas a prisão temporária é necessária para este momento de intensa investigação.

Cássio participou do sepultamento.

Cássio esteve durante todo tempo ao lado do caixão até o sepultamento que aconteceu às 12h de terça-feira, no cemitério de Pé de Serra. No domingo ele teria dito a Policia que quando soube da morte de Ienata estaria na cidade de Dias d’ávila. Ao CN durante o levamento cadavércio, disse que o seu último contato com Ienata teria sido pelo WhatsApp às 18h30 de sábado, dia anterior da morte.

Redação CN  | foto: Raimundo Mascarenhas