O Brasil tem 19 mortes em conflitos agrários e ambientais neste ano

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As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips vão se somar à estatística de 19 mortes por conflitos no campo registradas neste ano no Brasil. Os números são da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora casos de violência deste tipo. Apenas três dos assassinatos este ano não ocorreram em Estados da Amazônia Legal. Para o CPT, há uma concentração muito grande da violência na região.

O teólogo José Batista Afonso, advogado da CPT na diocese de Marabá, Pará, afirma que o governo tem agido como uma espécie de “indutor da violência” nas políticas públicas para a Amazônia. Ele cita como exemplo o projeto de lei do Executivo que libera a mineração em terras indígenas. “A Amazônia virou uma espécie de terra sem lei”, lamentou. “Houve uma diminuição drástica na capacidade de fiscalização e investigação. É um prato cheio para grileiros e grupos criminosos.”

As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips vão se somar à estatística de 19 mortes por conflitos no campo registradas neste ano no Brasil. Os números são da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora casos de violência deste tipo. Apenas três dos assassinatos este ano não ocorreram em Estados da Amazônia Legal. Para o CPT, há uma concentração muito grande da violência na região.

O teólogo José Batista Afonso, advogado da CPT na diocese de Marabá, Pará, afirma que o governo tem agido como uma espécie de “indutor da violência” nas políticas públicas para a Amazônia. Ele cita como exemplo o projeto de lei do Executivo que libera a mineração em terras indígenas. “A Amazônia virou uma espécie de terra sem lei”, lamentou. “Houve uma diminuição drástica na capacidade de fiscalização e investigação. É um prato cheio para grileiros e grupos criminosos.”

As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips vão se somar à estatística de 19 mortes por conflitos no campo registradas neste ano no Brasil. Os números são da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora casos de violência deste tipo. Apenas três dos assassinatos este ano não ocorreram em Estados da Amazônia Legal. Para o CPT, há uma concentração muito grande da violência na região.

O teólogo José Batista Afonso, advogado da CPT na diocese de Marabá, Pará, afirma que o governo tem agido como uma espécie de “indutor da violência” nas políticas públicas para a Amazônia. Ele cita como exemplo o projeto de lei do Executivo que libera a mineração em terras indígenas. “A Amazônia virou uma espécie de terra sem lei”, lamentou. “Houve uma diminuição drástica na capacidade de fiscalização e investigação. É um prato cheio para grileiros e grupos criminosos.”

De acordo com o relatório mais recente da CPT, foram 35 assassinatos por conflitos no campo em 2021. A entidade afirma que o número de casos vem aumentando desde 2019. A alta pode ter uma série de explicações, como “o desmonte dos órgãos de fiscalização do trabalho, do desmatamento, da mineração ilegal, do meio ambiente, das atividades predatórias da natureza.”

Estadão Conteúdo