Se ligue nos links (13 de abril)

1) A prisão em Londres do fundador do Wikileaks, Julian Assange, levantou a possibilidade de que ele seja extraditado para os Estados Unidos, onde foi indiciado por crimes digitais. O Guardian traz uma cronologia dos momentos mais relevantes no caso contra Assange. Também no Guardian, Simon Jenkins argumenta que seus crimes são bem menos relevantes que os das gigantes de tecnologia. Em resenha de 2011, Jonathan Haslam descreve, com base em dois livros, as principais polêmicas que cercam o Wikileaks. Também em 2011, a Tablet mostrou como as informações publicadas no site eram usadas pelo ditador da Belarus para sufocar o movimento pela democracia. Na National Review, David French argumenta que Assange se tornou um símbolo da polarização nos Estados Unidos. No Independent, Rick Wilson explica por que ele atrai tanto partidários de Bernie Sanders quanto de Donald Trump. No Lawfare Blog, Carrie Cordero tenta decifrar a ambiguidade em torno do tratamento jurídico dado ao Wikileaks. Também no Lawfare, Jack Goldsmith questiona se o Wikileaks é tão diferente assim do New York Times. Em 2010, ele já apontava sete questões sobre Assange e o Wikileaks que permanecem atuais.

Bibi Netanyahu venceu as eleições e garantiu seu quinto mandato como primeiro-ministro de Israel — Foto: Reprodução/JN

Bibi Netanyahu venceu as eleições e garantiu seu quinto mandato como primeiro-ministro de Israel — Foto: Reprodução/JN

2) Na Tablet, Liel Leibovitz analisa o resultado das eleições israelenses. Na New Yorker, Bernard Avishai vislumbra o significado da vitória do premiê Bibi Netanyahu para o futuro do país.

Crianças sobreviventes no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, em imagem gravada pelas forças soviéticas que as libertaram dos nazistas no final da Segunda Guerra — Foto: US Holocaust Memorial Museum

Crianças sobreviventes no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, em imagem gravada pelas forças soviéticas que as libertaram dos nazistas no final da Segunda Guerra — Foto: US Holocaust Memorial Museum

3) Também na Tablet, Jonathan Brent descreve a campanha do governo polonês para isentar a população do país de qualquer responsabilidade pelo extermínio de judeus na Segunda Guerra.

4) No Arc Digital, Joshua Tait explica didaticamente por que nazismo e fascismo foram movimentos de extrema-direita.

O enxadrista russo Garry Kasparov, em simultânea no Brasil em 2016. Na eleição para a Federação Internacional de Xadrez (Fide), ele e sua nêmese atual, o presidente Vladimir Putin, acabaram do mesmo lado — Foto: Paulo Guilherme/G1

O enxadrista russo Garry Kasparov, em simultânea no Brasil em 2016. Na eleição para a Federação Internacional de Xadrez (Fide), ele e sua nêmese atual, o presidente Vladimir Putin, acabaram do mesmo lado — Foto: Paulo Guilherme/G1

5) No Financial Times, Sam Jones conta como a Rússia transformou em arma diplomática o controle da Federação Internacional de Xadrez (Fide).

6) No Upshot, Nate Cohn mostra em gráficos interativos por que o perfil dos ativistas democratas que se manifestam no Twitter não corresponde ao dos apoiadores reais do Partido Democrata.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala em defesa da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília, no último dia 3/4 — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala em defesa da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília, no último dia 3/4 — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

A computóloga Katie Bouman, do MIT, posa com os HDs que armazenaram as informações que seu programa transformou na primeira imagem já registrada de um buraco negro — Foto: Divulgação/HET

A computóloga Katie Bouman, do MIT, posa com os HDs que armazenaram as informações que seu programa transformou na primeira imagem já registrada de um buraco negro — Foto: Divulgação/HET

8) O Guardian traça o perfil de Katie Bouman, a cientista de 29 anos que desenvolveu o software que transformou os dados de oito radiotelescópios na primeira imagem de um buraco negro. Na Foreign Policy, Holly Thomas constata as restrições às mulheres cientistas.

9) Na New York Review of Books, o juiz Jed Rakoff mostra por que testemunhas oculares são culpada pela maioria dos erros judiciários.

10) O FiveThirtyEight apresenta um teste de personalidade que, ao contrário de tantos, reivindica validade científica sem decepcionar.

Por Helio Gurovitz – G1